Assim como o número pode referir-se a qualquer coisa, também o dinheiro pode convolar-se em qualquer coisa, pois ambos, número e dinheiro, são, na verdade, resultantes da abstração consistente na acepção do indivíduo humano enquanto mônada sincrônica e diacrônica, isto é, um elemento ou unidade desprovida de suas origens no tempo e no espaço.
Por isso, a matemática exibe-se, em grande parte das vezes, como identidade, equivalência ou equação, vale dizer, a capacidade de alguma coisa converter-se em outra sem perder a própria natureza ou essência, como ocorre com o dinheiro e com o número.
Mas nota bene.
A acepção do indivíduo humano abstrato somente adquire plenitude com o advento da propriedade privada dos meios de produção, ou seja, com o capital, que é pura matemática.
Hipóteses sub judice.
por LUÍS FERNANDO FRANCO MARTINS FERREIRA.
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