A macroeconomia dos grandes agregados econômicos de tradição teórica keynesiana opera com a somatória simples dos correspondentes agentes econômicos, o que se me antolha, a princípio, um tanto reducionista e, quiçá, equivocado.
Sem embargo, no modo capitalista de produção os agentes econômicos, na maioria das vezes, operam como concorrentes, o que estimularia o avanço tecnológico e o aumento da produtividade respectivo, mas concretamente observa-se o fenômeno da formação de monopólios pela concentração e centralização de capital, e, contrariamente a um esperado declínio dos preços pelo mencionado aumento da produtividade, o que se nota é a propagação do fenômeno inflacionário.
De outro bordo, em uma eventual planificação econômica auxiliada por tecnologia digital na coleta e tratamento de dados, o que se poderá observar coincidirá com a sinergia da cooperação econômica entre os agentes correspondentes, com aumento de eficiência e de velocidade de circulação de produtos e serviços.
Em ambos os casos, o todo sempre é maior do que a mera soma das partes, isto é, do que o agregado.
Hipóteses sub judice.
Por Luís Fernando Franco Martins Ferreira.
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