A triste figura do atual secretário de saúde dos Estados Unidos da América, Robert F. Kennedy Junior, lidera o maior movimento contra a saúde pública mundial dos últimos anos, a hodierna campanha contra a vacinação da população.
Durante a pandemia da COVID, o índice estadunidense U-6, que mede a taxa de desemprego e subemprego, chegou a estratosféricos 23%, contra atuais 8,7%, com uma média histórica de aproximadamente 10%.
Talvez o secretário estadunidense de saúde pense que a vacinação aumenta a taxa de emprego, o que pressiona os salários para cima e reduz, portanto, as taxas de lucro.
Mas também sabemos que a saúde pública configura os faux frais de produção da força de trabalho pelo Estado capitalista, cuja redução também encerra o condão de aumentar as taxas de lucro, máxime quando a dívida pública estadunidense situa-se em níveis também estratosféricos.
Enfim, não creio de o secretário de saúde aludido seja uma má pessoa, ele é apenas um homem de negócios, que só está pensando em business.
por LUÍS FERNANDO FRANCO MARTINS FERREIRA, historiador.
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